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terça-feira, 9 de novembro de 2010

TOP 10 - Personagens bizarros dos jogos de luta

Os games de luta são um dos principais responsáveis pela criação de personagens cativantes, capaz de serem idolatrados por jogadores, e facilmente reconhecidos até mesmo por quem nem sabe muito bem o que é videogame. Exemplos de personagens famosos vindos de clássicos de luta para consoles é fácil de se encontrar: Ryu, Ken, Scorpion, Sub-Zero e muitos mais já se tornaram, inclusive, personagens de filmes. 

Mas, o que dizer de algumas criações que tentaram se destacar pela sua peculariedade, mas não tiveram o mesmo sucesso? O EGJ listou os 10 personagens mais esquisitos dos jogos de luta para você. Confira abaixo no novo TOP 10.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Clássicos dos Games - Syphon Filter

O EGJ estreia hoje mais uma de suas seções fixas. Além do TOP 10, que vocês já conhecem e curtem a cada quinze dias, sempre as terças-feiras, hoje no EGJ damos início também à seção Clássicos dos Games.

Com o Clássicos dos Games, falaremos mais sobre alguns jogos que marcaram a história dos games. Alguns deles não existem, e outros continuam sendo feitos, como é o caso da franquia deste post: Syphon Filter.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

TOP 10 – EU GOSTO DE JOGOS RUINS...

Os gráficos eram péssimos, a jogabilidade também. Quanto ao som, nem mesmo as músicas temas eram de qualidade, mas então... Por que ainda jogávamos aquele jogo? O que tinha ali que nos fazia perder horas a fio olhando para TV ou apertando botões sem a menor lógica? Digo-lhe então a resposta. Simplesmente gostávamos. Algo inexplicável despertava em nós um amor por aquele game. Isso não é razão para se envergonhar. Todo gamer já passou por isso. Quando corria para jogar aquele game e nunca contava a ninguém que tinha jogado, quando esperava ansioso para jogar aquela fase mesmo sabendo que iria se frustrar com a péssima jogabilidade, ou das inúmeras vezes que jurou para si mesmo que nunca mais aquele game entraria no seu console, e, momentos depois, já estava jogando novamente. Encare os fatos, você faz parte das pessoas que gostam de jogos ruins. Nós da EGJ também somos assim. Por isso, separamos para você 10 os piores jogos que nunca saia dos nossos consoles.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Crise na Terra do Sol Nascente?

"O Japão está isolado no mundo dos games. Se algo não mudar, estamos arruinados". A declaração veio de um dos principais conhecedores do mercado de games mundial e, principalmente, japonês, Keiji Inafune, produtor de jogos consagrados, como Mega Man, Devil May Cry, Onimusha e Dead Rising.

A declaração bombástica do sempre crítico executivo da Capcom ocorreu durante a última Tokyo Game Show (TGS) 2010, em entrevista concedida ao New York Times. Segundo Inafune, os jogos desenvolvidos pelas empresas japonesas estão, no mínimo, cinco anos atrasados em relação aos produzidos pelas empresas européias e estadunidenses.


sexta-feira, 8 de outubro de 2010

TOP 10 - As melhores trilhas sonoras da história dos games

Imagine jogar algum jogo sem escutar as músicas temas. Ou assistir as cenas dos games sem uma canção ao fundo. Invadir a base inimiga sem aquele som de mistério ao fundo. Ou sair vitorioso de uma batalha sem escutar as composições de fanfarra – vide Final Fantasy. São inúmeros os exemplos que provam a importância das músicas nos vídeo-games. Antes, apenas uma maneira de impedir o tédio e o silêncio, hoje, na era da nova geração de consoles, se configuram como peça chave da criação de um game. Afinal, vídeo-game sem música não existe. Por isso, o EGJ trouxe pra vocês as 10 melhores obras musicais dos games dos últimos tempos.


terça-feira, 21 de setembro de 2010

Para sempre Duke Nukem

Sim, a série é antiga e há tempos não mostra a força que teve para dominar o PC e enlouquecer jovens, principalmente (por que não exclusivamente?) os meninos, com um banho de violência e uma temática levemente machista e sexual com muito bom humor.

Desde seu surgimento, em 1991, o protagonista da série Duke Nukem combate num futuro próximo da época em que o jogo foi lançado, sempre combatendo figuras grotescas e futuristas num cenário de caos e destruição da humanidade. Em Duke Nukem I, o loiro fortão, marrento e mulherengo, está à serviço da CIA e deve impedir os planos de Dr. Broton e seu techbots, que tentam dominar o mundo. Isso no longínquo ano de 1997.

Um detalhe interessante é que, ao invés de Duke Nukem, o protagonista da série deveria receber o nome de Duke Nukum, com U. Isso porque um inimigo do saudoso Capitão Planeta também era chamado de Duke Nukem. Porém, como os criadiores do desenho do herói cheio de poderes e amigos não haviam registrado ainda este nome, o jogo acabou ficando com o título que recebe até hoje. Ainda bem.

Com o sucesso, em 1992, Duke Nukem volta as prateleiras e repete o sucesso inicial com seu humor ainda em 2D. Desta vez, o "herói" é sequestrado  por seu principal inimigo no jogo, Rigelatins, quando está no auge de sua vida, escrevendo sua autobiografia "Why i am so great " (por que eu sou tão fantástico). O objetivo principal do jogo é fugir das garras de seu inimigo e, novamente, salvar o mundo com muito tiro, sangue e ação.

As duas versões lançadas pela Apogge Software deram lugar a um lançamento da produtora 3D Realms, que assumiu a franquia e lançou, em 1996, um dos jogos que marcariam a década e a história dos games. Duke Nukem 3D chegou ainda mais explosivo, com um visual de tiro em primeira pessoa e jogabilidade em três dimensões pela primeira vez na história da marca.

Com gráficos excelentes e revolucionários para a época, muito sangue, humor e uma pitada de pornografia, o jogo vendeu milhões de cópias e se tornou mania tanto entre adultos como também, e principalmente, entre os adolescentes, encantados com a ousadia e polêmica do jogo. Muitos adoravam encontrar as strippers, e apertar a barra de espaço (quem jogou sabe o que acontece). Ou também matá-las para que mais porcos inimigos surgissem e o sangue rolasse.




Cena clássica de Dukem Nukem 3D




 

Após o estrondoso sucesso, a 3D Realms anunciou o que seria um sucesso ainda maior. Com a promessa de trazer ainda mais inovação com Duke Nukem Forever, a produtora esperou tanto pelo avanço da tecnologia para que as plataformas pudessem suportar os jogos e oferecer uma qualidade digna, que acabou se enrolando e, somente agora, em 2010, 14 anos depois, é que, finalmente o jogo foi anunciado.

Produzido pela Gearbox em parceria com a 2K Games, Duke Nukem Forever chega ao mercado em 2011, disponível para PC, Playstation 3 e Xbox 360. Com um visual moderno e gráficos fantásticos, o jogo promete, enfim, trazer jogos à altura do que representou o fenômeno Duke Nukem nos anos 90. Promete, repito.

Em 2002, mais um jogo da série, Duke Nukem Manhattan Project, foi lançado, mas, apesar das melhorias gráficas, não representou nada de novo e empolgante. Portanto, o que há de se esperar é que Duke Nukem Forever traga aquilo que o 3D trouxe: inovação e qualidade aliados a humor e irreverência. Só assim o jogo poderá se dar ao luxo de figurar entre os clássicos eternos.


 Duke Nukem no mundo de Mario

Já imaginou juntar esses dois em um único jogo? Não?! Então dá uma conferida no vídeo abaixo.



O EGJ mostra pra você todos os jogos da franquia já lançados para PC. E é claro, não poderíamos deixar de dar nosso palpite sobre cada um. Confira a avaliação:



terça-feira, 31 de agosto de 2010

Tectoy anuncia o lançamento de nova versão do Mega Drive 4

A TecToy anunciou o lançamento no Brasil de uma nova versão para o clássico console Mega Drive, que, no país, já está em sua quarta versão. Desta vez, a fabricante aposta em um jogo similar aos sucessos  Guitar Hero e Rock Band, com um repertório composto por 60 canções de bandas nacionais e internacionais como Blink 182, Fresno, Nx Zero, Mamonas Assassinas e Paralamas do Sucesso.

Mas não só a guitarrinha chama a atenção. O console virá com 100 jogos na memória, e o jogador poderá relembrar clássicos dos anos 90 comoo Sonic 3, Alex Kidd in the Encanted Castle, Kid Chameleon e muito mais.
A iniciativa mantém viva uma das marcas mais importantes dos anos 90 nos consoles. Infelizmente, a aposta se dá em um produto que não é exclusivo nem tampouco novidade. Quem gosta de se sentir um astro do rock não troca seu console de última geração. Nem mesmo pelo prazer de poder relembrar os velhos tempos.

O maior destaque fica mesmo para a vasta quantidade de games clássicos, que marcaram a infância,principalmente, de quem, hoje, tem de 18 a 30 anos. Se na inovação a ideia é falha, vale a pena ao menos jogar para matar a saudade dos 16 bits.

Relembre abaixo as várias fases do console, desde seu lançamento em 1988 até a mais recente versão.